Cronograma de matrículas, ajustes e disciplinas ofertadas – 2024/1
O Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária Convencional e Integrativa divulga o cronograma de matrículas, ajustes e a lista de disciplinas que serão ofertadas no primeiro semestre de 2024:

Disciplinas 2024/1:
- Metodologia da Pesquisa
- Medicina Veterinária Convencional e Integrativa
- Seminários de pesquisa II
- Terapias convencionais, integrativas e inovadoras
- Bem-estar animal nas criações convencionais e alternativas
- Ferramentas celulares e moleculares aplicadas à saúde animal
- Bioestatística
Acesse aqui os planos de ensino das disciplinas e o cronograma de aulas
Para os alunos ingressantes em 2022 e 2023 as matrículas serão realizadas de forma on-line através do CAPG, nos dias 11/03 e 12/03.
Aos alunos ingressantes em 2024:
1ª Etapa: A matrícula ocorrerá de forma presencial, pois necessitamos autenticar a documentação cadastrada no momento da inscrição na seleção. Desta forma, vocês precisam comparecer na sala CC1215 no CBS01 (Localizado no endereço: Rod. Ulysses Gaboardi, Km 3), no dia 11/03 (8h às 12h – 13h às 17h) ou no dia 12/03 (8h às 12h – 13h às 15h30min), com os documentos que seguem:
– Documento de Identidade (com CPF);
– Certidão de nascimento/casamento;
– Diploma de graduação ou certificado de conclusão de curso de graduação ou mestrado.
2ª Etapa: Em posse do seu número de matrícula você deverá acessar o Sistema https://idufsc.ufsc.br/ e cadastrar usuário e senha para ter acesso ao Sistema de Controle Acadêmico da Pós-Graduação (CAPG): http://www.capg.ufsc.br/.
3ª Etapa: Com o acesso criado você deverá cadastrar no sistema da UFSC a comprovação de vacinação contra COVID-19, para frequentar as disciplinas presenciais, seguindo os passos disponíveis no link: https://setic.ufsc.br/vacina/, conforme Portaria Normativa Nº 469/2023/GR.
Ajustes de matrícula:
Para solicitar ajuste na matrícula o formulário abaixo deve ser preenchido e enviado ao e-mail da secretaria do programa (sipg.ppgmvci@contato.ufsc.br) no período de 18/03 a 22/03:
s em dois grupos. No grupo controle, foram prémedicados com detomidina 20 µg/kg e, dentro de 10 minutos, receberam bolus de morfina 0,1 mg/kg, ambos por via intravenosa, mantendo-se a infusão contínua de detomidina na taxa de 20 µg/kg/h, ajustada conforme dose-efeito. No grupo tratamento, repetiu-se o protocolo, associando bolus de lidocaína 1,3 mg/kg, seguido de infusão contínua na taxa de 50 µg/kg/min. Todos os pacientes receberam previamente flunixim meglumine 1,1 mg/kg intravenoso e anestesia locorregional do nervo maxilar com lidocaína 2% sem vasoconstritor 20 mL, ao término receberam ioimbina 0,1 mg/kg intravenoso para serem deslocados até a baia de recuperação. A sedação foi avaliada, e a infusão contínua de detomidina foi ajustada com base no Ghent Sedation Algorithm, a motilidade foi avaliada por meio de escores de auscultação, e a dor foi quantificada e tratada através da Horse Grimace Pain Scale. Os momentos de avaliação foram: basal (M0), uma hora antes do procedimento; após o término do bolus (M1); ao término do procedimento (M2); e, a partir de então, a cada 1, 2, 3, 4, 6, 8, 10, 12, 18, 24, 48 horas no pós-operatório. As variáveis passaram pelo teste de normalidade Shapiro-Wilk e avaliação qualitativa por gráfico q-q, dados com distribuição normal foram avaliados através do teste t de Student e os momentos através de Análise da Variância de Medidas Repetidas seguido de Tukey, dados com a distribuição não normal foram analisados através de teste U de Mann-Whitney seguido de Dunn, e as diferenças significativas foram consideradas quando p<0,05. O grupo tratamento apresentou requerimento médio da taxa de detomidina 59% menor que o grupo controle, apresentando diferença significativa entre grupos a partir de 40 minutos de procedimento. A avaliação da sedação demonstrou diferença estatística entre os grupos em relação a condição cirúrgica no momento 10 minutos após o bolus (M1), onde o grupo tratamento apresentou imobilidade de língua. A motilidade intestinal não diferiu entre os grupos, os escores de auscultação no grupo controle foram menores em relação ao basal (M0) após o bolus (M1), ao término do procedimento (M2), 1 e 2 horas de pós-operatório e os valores médios de normalidade retornaram após 6 horas de pós-operatório; no grupo tratamento os escores de auscultação foram menores em relação ao basal (M0) apenas ao término do procedimento cirúrgico (M2) e apresentaram escores médios dentro da normalidade em até 4 horas de pós-operatório. Concluímos que a lidocaína sob infusão contínua reduziu o requerimento total da infusão de detomidina associada a morfina em cirurgia de extração dentária em equinos em pé, resultando em melhores escores de sedação transoperatórios através do relaxamento da língua.
finamento, separados logo após o desmame; machos inteiros e castrados, cruzados 90% Corriedale e 10% Texel, abatidos aos 8 meses de idade. Eles chegaram ao estabelecimento 36h antes do abate, divididos em dois grupos; Grupo C e Grupo R, ao grupo C foram adicionados 10 animais conhecidos e ao Grupo R adicionados 10 animais desconhecidos. Foram fotografados com câmera termográfica infravermelha e aferida as temperaturas retais, coletados dados de comportamento, no abate analisados dados de peso, PH pH e temperatura da carcaça e repetidos após 24h. O músculo Longuíssimus lomborum foi coletado para análises posteriores físicas e bioquímicas. Houve diferenças significativas, no comprimento de carcaça, na cor, no corte de cisalhamento (WB) e perdas por gotejamento. Ficou evidenciado que o estresse pré-abate por reagrupamento causa mudanças na qualidade da carne.