Matrícula em disciplinas isoladas no PPGMVCI – Semestre 2024/1
No período de 26 de fevereiro a 12 de março de 2024 estará disponível a solicitação de matrículas em disciplinas isoladas no Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária Convencional e Integrativa.
As matrículas serão concedidas aos interessados que tenham ou não concluído curso de graduação, sendo a matrícula na modalidade de disciplina isolada do PPGMVCI limitada a duas disciplinas por semestre letivo e, no máximo, a duas disciplinas por aluno.
Podem se matricular em disciplina isolada no PPGMVCI, respeitando o número de vagas de cada disciplina, alunos de outros programas de pós-graduação da UFSC ou de outra instituição e demais interessados que cumpram os requisitos mínimos. Abaixo seguem informações importantes para a solicitação de matrícula em disciplinas isoladas:
- Somente serão aceitas matrículas na modalidade de disciplina isolada, nas disciplinas com disponibilidade de vagas e mediante a concordância de professor responsável pela disciplina;
- Para estudantes portadores de diploma de curso superior;
- Para estudantes de graduação com, no mínimo, setenta e cinco por cento dos créditos necessários à conclusão do seu curso e participantes de projeto de pesquisa aprovados no âmbito da Instituição;
- Para estudantes vinculados a programas de pós-graduação de outras IES nacionais ou estrangeiras, limitado a um terço dos créditos mínimos para o respectivo nível do programa.
Acesse aqui os planos de ensino das disciplinas e o cronograma de aulas
Documentos solicitados:
- Formulário de solicitação de matricula em disciplinas isoladas;;
- Documento de identidade com CPF;
- Diploma de graduação ou certificado de conclusão de curso;
- Histórico Escolar;
- Comprovante de Matrícula em outro Programa de Pós-graduação, quando necessário;
- Declaração do Coordenador do Projeto de Pesquisa ao que o candidato pertence (estudantes sem graduação concluída).
Cadastre a solicitação/inscrição em: http://capg.ufsc.br/inscricao
Importante: alunos matriculados em disciplina isolada também precisam apresentar a comprovação de vacinação contra COVID-19, para frequentar disciplinas presenciais (PORTARIA NORMATIVA Nº 469/2023/GR, DE 28 DE MARÇO DE 2023).




s em dois grupos. No grupo controle, foram prémedicados com detomidina 20 µg/kg e, dentro de 10 minutos, receberam bolus de morfina 0,1 mg/kg, ambos por via intravenosa, mantendo-se a infusão contínua de detomidina na taxa de 20 µg/kg/h, ajustada conforme dose-efeito. No grupo tratamento, repetiu-se o protocolo, associando bolus de lidocaína 1,3 mg/kg, seguido de infusão contínua na taxa de 50 µg/kg/min. Todos os pacientes receberam previamente flunixim meglumine 1,1 mg/kg intravenoso e anestesia locorregional do nervo maxilar com lidocaína 2% sem vasoconstritor 20 mL, ao término receberam ioimbina 0,1 mg/kg intravenoso para serem deslocados até a baia de recuperação. A sedação foi avaliada, e a infusão contínua de detomidina foi ajustada com base no Ghent Sedation Algorithm, a motilidade foi avaliada por meio de escores de auscultação, e a dor foi quantificada e tratada através da Horse Grimace Pain Scale. Os momentos de avaliação foram: basal (M0), uma hora antes do procedimento; após o término do bolus (M1); ao término do procedimento (M2); e, a partir de então, a cada 1, 2, 3, 4, 6, 8, 10, 12, 18, 24, 48 horas no pós-operatório. As variáveis passaram pelo teste de normalidade Shapiro-Wilk e avaliação qualitativa por gráfico q-q, dados com distribuição normal foram avaliados através do teste t de Student e os momentos através de Análise da Variância de Medidas Repetidas seguido de Tukey, dados com a distribuição não normal foram analisados através de teste U de Mann-Whitney seguido de Dunn, e as diferenças significativas foram consideradas quando p<0,05. O grupo tratamento apresentou requerimento médio da taxa de detomidina 59% menor que o grupo controle, apresentando diferença significativa entre grupos a partir de 40 minutos de procedimento. A avaliação da sedação demonstrou diferença estatística entre os grupos em relação a condição cirúrgica no momento 10 minutos após o bolus (M1), onde o grupo tratamento apresentou imobilidade de língua. A motilidade intestinal não diferiu entre os grupos, os escores de auscultação no grupo controle foram menores em relação ao basal (M0) após o bolus (M1), ao término do procedimento (M2), 1 e 2 horas de pós-operatório e os valores médios de normalidade retornaram após 6 horas de pós-operatório; no grupo tratamento os escores de auscultação foram menores em relação ao basal (M0) apenas ao término do procedimento cirúrgico (M2) e apresentaram escores médios dentro da normalidade em até 4 horas de pós-operatório. Concluímos que a lidocaína sob infusão contínua reduziu o requerimento total da infusão de detomidina associada a morfina em cirurgia de extração dentária em equinos em pé, resultando em melhores escores de sedação transoperatórios através do relaxamento da língua.
finamento, separados logo após o desmame; machos inteiros e castrados, cruzados 90% Corriedale e 10% Texel, abatidos aos 8 meses de idade. Eles chegaram ao estabelecimento 36h antes do abate, divididos em dois grupos; Grupo C e Grupo R, ao grupo C foram adicionados 10 animais conhecidos e ao Grupo R adicionados 10 animais desconhecidos. Foram fotografados com câmera termográfica infravermelha e aferida as temperaturas retais, coletados dados de comportamento, no abate analisados dados de peso, PH pH e temperatura da carcaça e repetidos após 24h. O músculo Longuíssimus lomborum foi coletado para análises posteriores físicas e bioquímicas. Houve diferenças significativas, no comprimento de carcaça, na cor, no corte de cisalhamento (WB) e perdas por gotejamento. Ficou evidenciado que o estresse pré-abate por reagrupamento causa mudanças na qualidade da carne.